O meu livro de notas está cheio de apontamentos. Além de uma grande check-list, tem ainda inúmeros desenhos de imagens que gostaria de produzir (Storyboard). Irei tentar produzir trabalho em três frentes: fotografia + video + desenho. Levo equipamento para fotografar dentro de água e fora...
A "quimica" (Mephaquin) já está a fazer efeito... possuo um cheiro a farmácia, que se impregna em tudo... especialmente na roupa.
Vou tentar dar noticias pelo caminho...
Aqui fica um link sobre o projecto: Amazónia 2010
Grupo do Risco
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quarta-feira, 23 de dezembro de 2009
sábado, 19 de dezembro de 2009
Imagens lindas
É incrível observar as imagens (ilustrações) destes dois virtuosos do pincel e do lápis. O detalhe, o rigor, a "vida" que os animais possuem é notável. Também vão embarcar em Manaus em breve...
Espero retractar toda a sua qualidade de trabalho em imagens fotográficas.
Marcos Oliveira e Marco Correia.

Marco Correia.
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Espero retractar toda a sua qualidade de trabalho em imagens fotográficas.
Marcos Oliveira e Marco Correia.

Marco Correia.
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sexta-feira, 18 de dezembro de 2009
Super artista
Pedro Fernandes é outro dos grandes nomes da ilustração cientifica portuguesa que integra este grupo. Podem ver uma pequena mostra do talento aqui.
quarta-feira, 16 de dezembro de 2009
Uma "camarada de armas"!
O Grupo de ilustradores científicos portugueses nesta viagem à Amazónia é enorme. Eis mais um dos nomes a bordo.
Nos próximos dias irei colocar aqui mais alguns links de outros artistas!
Catarina França
Nos próximos dias irei colocar aqui mais alguns links de outros artistas!
Catarina França
Check List
Há dias que escrevo notas e alinho o meu check-list para a próxima viagem. Um dos pontos fundamentais é minimizar o volume e só levar o importante. Mesmo nesta fase de arrumação de ideias, ainda não passei à fase da arrumação da mala, terei sempre de pensar em alguns "suplentes".
O projecto é subir parte do Rio Negro e entrar pelo Rio Unini (Amazónia) e desenhar tudo o que for possível. Faço parte de um grupo de portugueses, a maioria ilustradores científicos, que irão durante duas semanas desenhar estas magnificas paragens.
O lider deste grupo é o conhecido Pedro Salgado.
Além de alguns desenhos (espero que muitos) irei fotografar todo o trajecto e projecto...
No meio da Selva Amazónica não terei lojas, para repor qualquer material avariado. Nem mesmo outros fotógrafos que me possam emprestar equipamentos para superar alguma perda!
Mesmo que pense em bricolage... as ferramentas terão de ir comigo...
Como estou habituado a trabalhar no mar... e como diz o velho ditado "Quem vai ao mar havia-se em terra!"... esta check-list não é propriamente uma novidade, apenas as ferramentas e equipamentos terão de ser distintos. É trocar as barbatanas por botas, ou galochas. O colete de mergulho, por uma mochila...
As grandes diferenças são: o Clima... muito calor... muita humidade... muita chuva... muito mosquito e afins...
A fase da "pica" (vacinas) já passou, agora é a época da "guerra quimica", anti-paludicos, etc...

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O projecto é subir parte do Rio Negro e entrar pelo Rio Unini (Amazónia) e desenhar tudo o que for possível. Faço parte de um grupo de portugueses, a maioria ilustradores científicos, que irão durante duas semanas desenhar estas magnificas paragens.
O lider deste grupo é o conhecido Pedro Salgado.
Além de alguns desenhos (espero que muitos) irei fotografar todo o trajecto e projecto...
No meio da Selva Amazónica não terei lojas, para repor qualquer material avariado. Nem mesmo outros fotógrafos que me possam emprestar equipamentos para superar alguma perda!
Mesmo que pense em bricolage... as ferramentas terão de ir comigo...
Como estou habituado a trabalhar no mar... e como diz o velho ditado "Quem vai ao mar havia-se em terra!"... esta check-list não é propriamente uma novidade, apenas as ferramentas e equipamentos terão de ser distintos. É trocar as barbatanas por botas, ou galochas. O colete de mergulho, por uma mochila...
As grandes diferenças são: o Clima... muito calor... muita humidade... muita chuva... muito mosquito e afins...
A fase da "pica" (vacinas) já passou, agora é a época da "guerra quimica", anti-paludicos, etc...
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quarta-feira, 2 de dezembro de 2009
Do Pesadelo ao Luxo em 30 minutos

Do Pesadelo ao Luxo em 30 minutos
Basta juntar "Fé"!
Já tinha visto um casal de águias calçadas numa zona onde estava a trabalhar... caçavam regularmente num optimo local > Fotogénico, cheio de coelhos.
Lá arranjei um isco e vai de montar o abrigo debaixo de uma arvore que ficava perto de umas pedras muito bonitas.
Tudo era perfeito, a sombra da arvore (para não fritar dentro do abrigo), a distancia ao local onde deveria pousar a AC, o cenário alentejano e bem florido, a luz, a temperatura, etc.
Vou de carro até ao spot, as águias já andavam a voar na área. Montei o abrigo, depois a cadeira e de seguida o tripé. Quando alinhava o tripé dentro do abrigo vi centenas (literalmente CENTENAS) de carraças a andar pelo chão, pela cadeira, pelo abrigo, pelo tripé, enfim parecia um "filme" de terror!
Claro! enquanto olhava para aquilo, já tinha uma duzia de carraças a subir pelas calças... No chão eram por todo o lado. NUNCA TINHA visto uma coisa assim. Desmontei tudo e furioso, enfiei o material no carro.
"Porra! Estava tudo perfeito para uma óptima sessão fotográfica"...
Dentro do carro (que teve carraças durante mais dois dias...)... resmunguei, "já me tramaram o dia... "
E pensei!... e que tal tentar fazer a coisa de dentro do carro?!
Coloquei umas redes camufladas por cima do carro e fiquei à espera das AC uns metros mais afastado das "pedras maravilha".
Passados uns bons minutos uma AC mergulha muito perto de mim por detras de uma azinheira... Demorou, e demorou... E pensei... já caçou um coelho, tenho de lá ir ver aquilo...
Avancei com o carro para a zona... quando estava mesmo a chegar ao spot onde ela tinha desaparecido (e não a estava a ver)... Ela deu um salto do chão - a cerca de 6-8 metros do carro à minha esquerda, para aterrar logo uns metros à frente.
Inesperadamente ficou no meio de umas flores a pouco mais de 15 metros de mim. Apontei a lente, foquei... e fiz uns disparos Uhaaaaooo! Pelo menos umas fotos da rapina ali pertinho já eu tinha. Tudo ficou tranquilo, o bicho tb ficou calmo... Uns minutos depois comecei a ver a águia a ficar nervosa e a olhar para o ceu... Não conseguia ver o que era... stressada levanta as penas da cabeça... E no instante seguinte uma segunda AC pousa perto desta. Faço mais umas fotos, consigo enquadrar as duas, mas as imagens não ficam nada de especial, antes pelo contrario. A segunda águia e depois de uns minutos no chão vai-se embora. A primeira e a mais "simpática" fica por ali... Sai do meio das flores e vem mais perto do carro... Estava estupfacto, como aquilo estava a acontecer... Depois de mais uns minutos no chão ela foi-se embora.
Mais tarde vim a encontrar no meio da erva o coelho que ela estava a comer...
O dia estava "ganho", fui-me embora... Pois já tinha tido os meus 5 minutos de sorte, em ter "fugido" das carraças e de ter ficado cara a cara com esta bela ave de rapina.
sábado, 28 de novembro de 2009
Arte para ciência
Excelentes desenhos e bonito site. Dá gosto folhear o livro e sonhar com o mundo natural. Ilustrações de Filipe Franco aqui.

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sexta-feira, 13 de novembro de 2009
Mais uma maravilha...
sexta-feira, 6 de novembro de 2009
terça-feira, 3 de novembro de 2009
Fantasias Tropicais!
Nem sei o que dizer! Apenas umas breves notas:
O que os Açores necessitam não é de mais operadores de turismo subaquático, mas sim de organizar o sector.
O mais "delicioso" é a fotografia e a legenda correspondente, que ilustra a notícia no jornal micaelense - Açoriano Oriental. Tanta fantasia tropical que há para aquelas bandas!
Edição de 2 de Novembro, após a II Bienal de Turismo Subaquático dos Açores - Graciosa.
O que os Açores necessitam não é de mais operadores de turismo subaquático, mas sim de organizar o sector.
O mais "delicioso" é a fotografia e a legenda correspondente, que ilustra a notícia no jornal micaelense - Açoriano Oriental. Tanta fantasia tropical que há para aquelas bandas!
Edição de 2 de Novembro, após a II Bienal de Turismo Subaquático dos Açores - Graciosa.
II Bienal de Turismo Subaquático
Decorreu durante dois dias na ilha Graciosa - Açores, a II Bienal de Turismo Subaquático dos Açores. O Evento foi muito bem organizado, apresentações de grande qualidade e muita informação interessante disponível oriunda de alguns oradores. A receita foi boa, a "refeição" muito agradável, vamos ver agora como corre a "digestão"! Isto é, vamos ver que efeitos práticos serão implementados em diversos sectores deste nicho de mercado, para melhorar o panorama do mergulho nos Açores.
Durante estes dois dias assisti a várias apresentações de intervenientes espanhóis sobre duas das reservas marinhas de maior sucesso no país vizinho. É assustador ver a organização dos espaços, a gestão, os ESTUDOS no terreno, a divulgação, e o retorno económico que estas áreas classificadas dão, comparado com a balbúrdia que temos nas nossas áreas marinhas classificadas, no Continente. Estamos com anos e anos de atraso. Mas pior que isto, é a nossa teimosia, ou a nossas tendência para "reeinventar a roda". Quero com isto dizer que, em vez de irmos aprender como se faz bem, optamos por fazer à nossa maneira (sem conhecimento do que existe), lentamente, sem fundamentos/argumentos sólidos, entre outros "azares"!. Resultado para criar um Parque Marinho em Portugal, só entre a assinatura no papel da figura jurídica até à implementação do plano de ordenamento no terreno, podem passar 8 anos. Quando se começa a pensar em afinar detalhes de uso do espaço classificado, passam mais 4-5 anos, enfim para se ver qualquer coisa neste domínio em Portugal são quase necessárias duas décadas. Na era das tecnologias de informação, da divulgação cientifica, das viagens para qualquer canto do mundo, não faz sentido ficarmos atrofiados e a olhar para o nosso umbigo.
Um dos bons exemplos de implementação e gestão de uma área marinha em Portugal, existe na Madeira - Reserva do Garajau. Mas quer o Parque Marinho Luiz Saldanha, quer a Reserva Natural das Berlengas (ambas no Continente), nem se quer esse modelo apadrinham.
No final da II Bienal o sentimento em várias dezenas de pessoas era quase o mesmo. Por vezes sabemos fazer bem, algumas vezes executamos em tempo útil. Mas a regra é fazer mal, ou o mínimo satisfatório necessário, e pior que isso, é levarmos uma "eternidade" a aplicar na prática as medidas necessárias.
Quero com isto dizer que normalmente não "apanhamos o comboio"!...

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Durante estes dois dias assisti a várias apresentações de intervenientes espanhóis sobre duas das reservas marinhas de maior sucesso no país vizinho. É assustador ver a organização dos espaços, a gestão, os ESTUDOS no terreno, a divulgação, e o retorno económico que estas áreas classificadas dão, comparado com a balbúrdia que temos nas nossas áreas marinhas classificadas, no Continente. Estamos com anos e anos de atraso. Mas pior que isto, é a nossa teimosia, ou a nossas tendência para "reeinventar a roda". Quero com isto dizer que, em vez de irmos aprender como se faz bem, optamos por fazer à nossa maneira (sem conhecimento do que existe), lentamente, sem fundamentos/argumentos sólidos, entre outros "azares"!. Resultado para criar um Parque Marinho em Portugal, só entre a assinatura no papel da figura jurídica até à implementação do plano de ordenamento no terreno, podem passar 8 anos. Quando se começa a pensar em afinar detalhes de uso do espaço classificado, passam mais 4-5 anos, enfim para se ver qualquer coisa neste domínio em Portugal são quase necessárias duas décadas. Na era das tecnologias de informação, da divulgação cientifica, das viagens para qualquer canto do mundo, não faz sentido ficarmos atrofiados e a olhar para o nosso umbigo.
Um dos bons exemplos de implementação e gestão de uma área marinha em Portugal, existe na Madeira - Reserva do Garajau. Mas quer o Parque Marinho Luiz Saldanha, quer a Reserva Natural das Berlengas (ambas no Continente), nem se quer esse modelo apadrinham.
No final da II Bienal o sentimento em várias dezenas de pessoas era quase o mesmo. Por vezes sabemos fazer bem, algumas vezes executamos em tempo útil. Mas a regra é fazer mal, ou o mínimo satisfatório necessário, e pior que isso, é levarmos uma "eternidade" a aplicar na prática as medidas necessárias.
Quero com isto dizer que normalmente não "apanhamos o comboio"!...

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segunda-feira, 26 de outubro de 2009
Wild Photos III - Outro "Campeonato"
Das inúmeras palestras que vi em Londres - Wild Photos'09, há sempre algumas que se destacam das restantes, por diversos motivos. Ou pela qualidade da comunicação, ou pela qualidade das imagens, ou pela inovação, etc. De tudo o que vi, e já conheço todos os fotógrafos de outras "paragens", três nomes revelaram-se definitivamente como artistas de outro "campeonato".
As imagens são soberbas, com estilos muito próprios, com inovação, projectos pessoais incríveis, e por fim um reconhecimento unânime de todos, público, media, instituições, entre outros.
Quando sentado numa das cadeiras do Royal Geographical Society, a deliciar-me com as novas fotos de Vincente Munier captadas no artico, ou do Tom Peschak no Oceano Indico (Albraba), ou ainda do Markus Varesvuo no Norte da Europa , não me cansava de pensar e murmurar, estes fotógrafos, jogam noutro "campeonato", pensam a fotografia com uma dimensão, com uma profundidade fora do comum. Para estes três artistas a fotografia e os projectos são pensados a longo prazo. Os assuntos são bem estudados, no terreno as imagens são muito bem trabalhadas. Há fotos de uma execução técnica e sensibilidade artistica verdadeiramente impressionantes. Enquadramentos invulgares, instantâneos únicos e com uma qualidade gráfica, textura, luz e detalhe pouco habituais em tão grande quantidade de imagens. Não estou a falar de uma dúzia de imagens muito boas, marcantes, quero sublinhar que assisti a dezenas e dezenas de fotos MUITO boas de cada autor.
Por fim e à conversa com todos eles, durante os intervalos do evento, a simpatia e humildade de cada um, ainda os torna muito maiores, não só como pessoas, mas também como fotógrafos.
Três nomes que irão crescer ainda mais e fazer uma notável carreira na história na fotografia de natureza.
Para contemplar algumas das fotografias de que falo, poderão navegar nos sites dos eleitos.
Vincent Munier
Thomas Peschak
Markus Varesvuo
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As imagens são soberbas, com estilos muito próprios, com inovação, projectos pessoais incríveis, e por fim um reconhecimento unânime de todos, público, media, instituições, entre outros.
Quando sentado numa das cadeiras do Royal Geographical Society, a deliciar-me com as novas fotos de Vincente Munier captadas no artico, ou do Tom Peschak no Oceano Indico (Albraba), ou ainda do Markus Varesvuo no Norte da Europa , não me cansava de pensar e murmurar, estes fotógrafos, jogam noutro "campeonato", pensam a fotografia com uma dimensão, com uma profundidade fora do comum. Para estes três artistas a fotografia e os projectos são pensados a longo prazo. Os assuntos são bem estudados, no terreno as imagens são muito bem trabalhadas. Há fotos de uma execução técnica e sensibilidade artistica verdadeiramente impressionantes. Enquadramentos invulgares, instantâneos únicos e com uma qualidade gráfica, textura, luz e detalhe pouco habituais em tão grande quantidade de imagens. Não estou a falar de uma dúzia de imagens muito boas, marcantes, quero sublinhar que assisti a dezenas e dezenas de fotos MUITO boas de cada autor.
Por fim e à conversa com todos eles, durante os intervalos do evento, a simpatia e humildade de cada um, ainda os torna muito maiores, não só como pessoas, mas também como fotógrafos.
Três nomes que irão crescer ainda mais e fazer uma notável carreira na história na fotografia de natureza.
Para contemplar algumas das fotografias de que falo, poderão navegar nos sites dos eleitos.
Vincent Munier
Thomas Peschak
Markus Varesvuo
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sábado, 24 de outubro de 2009
Wild Photos'09 II
Acabou ha poucos minutos o 2 dia do Wild Photos. A cabeça ainda esta a latejar, tal foi a qualidade das palestras e a quantidade de informação adquirida. Dos inúmeros fotógrafos que observei, alguns marcaram-me pela sua inovação, pela sua fotografia extremamente personalizada, pela estética invulgar, etc.
Ainda irei voltar ao tema do Wild Photos, mas para ja aqui ficam alguns links:
http://www.haarbergphoto.com/indexFlash.html (Fotografa hungara de grande qualidade, simpatica e inspiradora).
Arrisco dizer que este sera' o livro "Biblia" da fotografia de aves. E uma obra INCRIVEL. Conheço vários livros de aves de vários autores do mundo inteiro. Mas este livro "Aves em acção" de 4 autores, entre eles - Markus Varesvuo e' sem duvida o melhor que alguma vez foi publicado. Sao dezenas e dezenas de fotos incríveis, imagens impressionantes, com uma técnica e estética invulgares.
http://www.birdphoto.fi/store/BIA/index.html

(Estou a escrever este texto num teclado inglês, lamentavelmente nao consigo colocar muitos dos acentos necessarios ao nosso portugues).
Ainda irei voltar ao tema do Wild Photos, mas para ja aqui ficam alguns links:
http://www.haarbergphoto.com/indexFlash.html (Fotografa hungara de grande qualidade, simpatica e inspiradora).
Arrisco dizer que este sera' o livro "Biblia" da fotografia de aves. E uma obra INCRIVEL. Conheço vários livros de aves de vários autores do mundo inteiro. Mas este livro "Aves em acção" de 4 autores, entre eles - Markus Varesvuo e' sem duvida o melhor que alguma vez foi publicado. Sao dezenas e dezenas de fotos incríveis, imagens impressionantes, com uma técnica e estética invulgares.
http://www.birdphoto.fi/store/BIA/index.html

(Estou a escrever este texto num teclado inglês, lamentavelmente nao consigo colocar muitos dos acentos necessarios ao nosso portugues).
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