sábado, 6 de março de 2010

terça-feira, 2 de março de 2010

Neves dos Açores

Cheguei um dia depois do grande "evento" > nevões em terras dos Açores. No Sábado as zonas da Caldeira (no Faial) a montanha do Pico (no Pico), e a serra de Stªa Barbara (na Terceira) viram a neve bem de perto. No Domingo tive de me contentar apenas com a neve ao longe nas encostas do vulcão do Pico. Aqui fica uma dessa recordações memorizadas no meu telemovel.

quinta-feira, 18 de fevereiro de 2010

Galeria WWE - Costa Alentejana

Este é o conjunto de fotografias sobre a costa alentejana, que resultou do meu trabalho para o Wild Wonders of Europe.
De milhares de imagens do SW português, foram escolhidas cerca de 500 fotografias para o projecto. Após a escolha dos editores do WWE eis a colecção das 34 fotos seleccionadas para a galeria de Portugal. A minha missão tinha como principal objectivo retractar as nossas paisagens e seus pormenores, como por exemplo, flores.
Aves entre outros animais ficariam sempre para 2º plano.
Costa Alentejana WWE


quinta-feira, 11 de fevereiro de 2010

Momentos fantásticos



Momentos fantásticos. Estes poucos minutos são o sonho de inúmeros mergulhadores, fotógrafos, operadores de câmara, e todos aqueles que gostam do mar e das águas "abertas"!

sexta-feira, 5 de fevereiro de 2010

Linda imagem

É sem dúvida uma excelente imagem. Foi recentemente premiada num site americano sobre fotografia de natureza. Alexandre Vaz é o seu autor e a fotografia foi realizada nos Pirineus.



Mais detalhes da foto aqui.

sábado, 30 de janeiro de 2010

quarta-feira, 27 de janeiro de 2010

Livro notável

Todos os anos são publicados centenas de livros de fotografia de natureza. A maioria deles, e falo apenas no panorama internacional, são agradáveis. No entanto, muitos deles são pouco consistentes, ficam-se por uma abordagem superficial do tema, ou por muitas imagens banalíssimas. Alguns são notáveis e fazem história, quer pela sua qualidade de imagem, paginação e impressão, quer pela sua abordagem inovadora e inspiradora dos temas e sujeitos.
Paul Nicklen é um daqueles fotógrafos que faz a diferença. Sujeitos fantásticos, abordagens inovadoras, ou simplesmente imagens bonitas e de grande sensibilidade. Nos últimos anos a revista National Geographic Magazine tem sido uma das suas maiores montras.
Agora reuniu em livro o melhor do seu trabalho. Uma delícia para os olhos e para a alma contemplar no conforto do lar, dezenas de imagens lindas de animais, que habitam os extremos polares da Terra num dos ambientes mais agrestes para se trabalhar.
Mais sobre Paul Nicklen aqui e aqui.

domingo, 24 de janeiro de 2010

Oceans - Está quase

Muitas e empolgantes imagens sobre os Oceanos deste nosso planeta. Algumas foram captadas nas águas do Açores.
Em breve nas salas de cinema... Aqui fica um "aperitivo".
Mais informação sobre o filme, aqui.

quinta-feira, 21 de janeiro de 2010

sábado, 16 de janeiro de 2010

Amazónia IV

Esta viagem ao coração da floresta Amazónica foi sem dúvida uma experiência única, cheia de surpresas e, curiosamente em áreas muito distintas.
Ao longo de duas semanas não vi internet, e-mails e, apenas em dois dias tive rede de telemóvel.
Praticamente em toda a viagem não vimos outros turistas. Os ditos turistas, os genuínos, só em Manaus e arredores.
Foram dias e dias sem quase ver pessoas, e as pouquíssimas que vislumbramos eram habitantes locais. A floresta Amazónica veio confirmar-me mais uma vez que o mundo está cheio de mitos e fantasias criadas e alimentadas pelo próprio Homem. Os recantos de animais perigosos, os venenos mais poderosos do planeta, os seres vivos mais ferozes, na maioria dos casos, não passam de especulação, hiperbolização, ou mesmo fanfarronice do bicho Homem.
Claro que há animais que possuem substâncias tóxicas para o ser humano, que podem inclusivé, matar uma pessoa em pouco tempo. Mas isso é quase como jogar no Totoloto.
Neste caso não penso que o “prémio” só sai aos outros, bem pode “sair-me a mim”, mas até ser picado, mordido, atacado a cada mergulho, em cada incursão na floresta profunda, vai uma GRANDE distância. Com as devidas cautelas, a “sorte grande” pode ficar cada vez mais longe...
Os mitos dos oceanos, há muito que foram desmistificados para mim. Agora foi a vez da floresta tropical.
Reconheço que, apesar de alguns conhecimentos previamente adquiridos, a “Fantasia Tropical” inerente à Floresta Amazónica, ainda “vivia” para mim, catalogada como algo de misterioso, agreste, ou mesmo perigoso, até “mergulhar” nela com os meus próprios sentidos.
Há perigos reais, não desdenho essa ideia, mas de um inferno verde, como li por diversas vezes, a um local tranquilo, harmonioso, sem grandes perigos, que merece o nosso respeito, atenção e carinho, há uma grande distância.
Muitos dos perigos nos mais variados ambientes não passam de comportamentos desastrados do homem, ou o desrespeito pelas mais elementares regras de segurança.
Nesta viagem aprendi MUITO, sobre floresta, sobre a relação Homem-Floresta, sobre ilustração científica, sobre equipamento fotográfico em ambiente tropical.
Foi um privilégio conviver durante dias com homens (tripulação do “Dorinha”) que viveram grande parte das suas vidas em profundo contacto com a selva e com os seus animais.
Por fim resta-me agradecer também ao grupo de portugueses que integrou esta equipa, pois sem a ajuda de todos eles não teria produzido muitas das imagens que captei nesta bonita zona do Brasil.





Da Esq. > Dirt. Marco Correia (excelente ilustrador cientifico e óptimo “batedor”), Renato, um verdadeiro Homem da Selva e LQ. Foto: Henrique Queiroga.
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terça-feira, 12 de janeiro de 2010

AMAZÓNIA III

Antes de partir para esta viagem, vi vários documentários e li naturalmente, algumas reportagens sobre os animais da bacia amazónica. A lista de animais que poderia encontrar era enorme, o boto cor-de-rosa do amazonas, era sem dúvida um dos mais desejados. Uma recente reportagem na National Geographic Magazine e na BBC Wildlife Magazine, deixaram-me espectante sobre um possível encontro, cara a cara, com este animal subaquático. No primeiro dia de viagem, o Comandante do "Dorinha" > Moacir Fortes apresentou parte do itenerário e um dos pontos da agenda, seria conviver com esses cetáceos de água doce.
Os dias foram passando e a data do encontro sucessivamente atrasada... a tal ponto de ficar para o último dia do liveabord.
Mas sexta-feira pelas 9:30h da manhã estávamos no spot, onde as criaturas cinzentas e cor-de rosa apareciam. A água cor de chá... que não ultrapassava 80cm de visibilidade, era o melhor que se conseguia arranjar.
Após um chapinhar da mão na água e alguns minutos de espera, dois grandes exemplares posaram à minha frente. Em poucos minutos apareceram mais dois animais. Saltei para dentro de água e junto à superfície, pois a 1,5m de profundidade era quase de "noite", tentei fazer uns retractos aos bichinhos.


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segunda-feira, 11 de janeiro de 2010

Amazónia II

Foram muitos os dias de acção > selva, mergulho, desenho, filmagens, etc... Não é fácil resumir tanta produção. Nos próximos dias estarei aqui sentado ao computador a organizar imagens e clips de vídeo.
Uma das situações que mais me impressionou em toda a viagem, foi observar o Renato (um dos elementos da tripulação do barco "Dorinha") subir uma árvore para apanhar uma preguiça. Fiquei literalmente "aparvalhado" a tentar entender como o José "Zé Cau" Serrano, tinha vislumbrado um preguiça no meio de uma densa folhagem... Era impressionante, eu mal conseguia ver o animal... mesmo sabendo que ele lá estava... (E estou muito habituado a ver animais camuflados e bem escondidos)...
A "escalada" que, no meu entender, seria impossível durou apenas alguns minutos. O Renato subiu cerca de 12m numa árvore larguíssima e sem estrias que lhe ajudassem a tracção. Isto é, subir coqueiros, e outras árvores, onde seja possível "abraçar" o tronco, e onde existam relevos tudo é mais simples. Agora subir uma árvore lisa, em que o trepador abraça apenas metade do tronco... foi para mim como que estar a ver um truque de magia...
Depois da fantástica subida, a preguiça veio ao colo como um boneco de peluche... LINDO!
Enquanto os ilustradores produziam imagens incríveis, eu fiz algumas fotografias do mamífero!


A "Fera" a regressar para o topo da arvore...


O "Dorinha" barco onde vivemos durante 15 dias... com as canoas de apoio.
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domingo, 10 de janeiro de 2010

Amazónia I


Parte do grupo em acção a partir das canoas...

Após duas semanas em plena Amazónia, produzindo muitas imagens, desenhos e filmes, espero agora, trazer para este espaço, algum desse trabalho. O local é irresistível, o apelo da floresta é vibrante e contagiante. As paisagens são empolgantes, grandiosas, a vida selvagem é infindável, desde os pequenos invertebrados às grandes árvores, aos peixes bizarros, ou aos cetáceos gentis.
A viagem que fiz nos rios Solimões e Negro, foi integrado numa Expedição do Grupo do Risco. O grupo de 25 pessoas era constituído, na maioria, por ilustradores científicos entre outros artistas ligados às artes plásticas. A base da nossa estada foi o barco "Dorinha", de onde saiamos em canoas para explorar, quer a floresta, quer os inúmeros afluentes e lagos que fazem parte do Amazonas.
Eis algumas imagens desta viagem.


Pesca de tarrafa no Rio Solimões