quinta-feira, 16 de setembro de 2010
quarta-feira, 8 de setembro de 2010
O resultado final...
Eis o resultado da conversa na ilha da Berlenga, sobre o arquipélago das Berlengas.
RTP1 - 7 Maravilhas da Natureza
RTP1 - 7 Maravilhas da Natureza
sexta-feira, 27 de agosto de 2010
Berlenga - 7 Maravilhas Naturais
Para a serie de reportagens sobre as 7 Maravilhas Naturais de Portugal na RTP, e no âmbito da minha actividade de fotógrafo de natureza, fui recentemente à ilha da Berlenga para filmar alguns planos para incluir na peça sobre esta candidata a este galardão.
O dia esteve óptimo, mar calmo, água cristalina, céu azul e muito peixe para ajudar a animar o cenário natural.
O dia esteve óptimo, mar calmo, água cristalina, céu azul e muito peixe para ajudar a animar o cenário natural.
quarta-feira, 18 de agosto de 2010
sexta-feira, 30 de julho de 2010
1ª Parte

A 1ª parte da época fotográfica está terminada. Após umas semanas de pausa irei regressar ao campo em meados de Setembro. Até lá tenho de organizar e arrumar milhares de imagens das últimas semanas de campo. Neste intervalo irei desenhar e fazer algumas aguarelas, espero em breve ter aqui mais desenhos para partilhar...
domingo, 18 de julho de 2010
Regresso ao Alentejo

A semana passada estive uns dias pelo Alentejo, onde fotografei algumas aves típicas das nossas planícies.
O peneireiro-das-torres (Falco naumanni) foi o sujeito principal.
Os rolieiros também andavam na zona, mas os exemplares que tinha por perto estava muito "maltratados". As penas do peito apresentavam-se numa lastima e as da cabeça muito mal "arrumadas"! Arriscava a dizer... animais inestéticos!
Desta vez o registo foi passado a papel, com lápis e aguarelas.
terça-feira, 6 de julho de 2010
Colecção de selos
quarta-feira, 30 de junho de 2010
Coração do Atlântico

Restos de um polvo de profundidade derivam à superficie. Terá sido parte de uma refeição de um cetáceo, que o abandonou algumas milhas a NW de Stª Cruz da Graciosa.
Agora no "Coração do Atlântico" na ilha Graciosa - Açores, vim encher a alma de azul.
Nos primeiros dias fui dar umas voltas ao largo da ilha, ver animais pelágicos, cetáceos, e outras criaturas errantes que muito raramente nos passam perto da vista.
Foram dias plenos de encontros, de avistamentos sempre emocionantes, como por exemplo de golfinhos, baleias, tubarões, ou aves marinhas raras, como o painho de Monteiro.
No mar alto centenas de cagarros utilizavam as suaves brisas marinhas para planarem a poucos centímetros da água. Bordejavam as cristas das vagas sem bater as asas, apenas com habilidade física e perfeição de movimentos. Num abrir e fechar de olhos subiam dezenas de metros rumo ao céu, para instantes depois descerem e voltarem a rasar o mar.
Por vezes vislumbrava as silhuetas das barbatanas de pequenos tubarões azuis. Andavam a poucos centímetros da superfície a desfrutar da luz do Sol.
Por toda a parte os vagabundos dos oceanos, como as grandes caravelas portuguesas, ou as medusas - águas-vivas lembravam-nos como os animais mais belos, podem também ser os mais perigosos.
Apesar do mar estar generoso, com muitos animais e tempo de feição, fotograficamente o trabalho foi muito fraco. Muitos do bichos que queria fotografar, não se mostraram disponíveis para um encontro próximo, olhos nos olhos.
Mas como a alma não é pequena, tudo valeu a pena... para mim simplesmente ver estes animais marinhos foi o suficiente para regressar a terra satisfeito.
Noutras ocasiões tudo resultou a 100%, qualquer dia irei ter novamente aproximações a 100%... basta apenas saber esperar....
quinta-feira, 24 de junho de 2010
Agendar Wildphotos 2010
O grande evento Wildphotos, já tem datas e lista de oradores (brevemente o programa será mais composto com mais nomes da fotografia). Se quer ver de perto muitos do icones da fotografia de natureza, conhecer as suas técnicas, as imagens mais pessoais, os desafios, as motivações, eis uma boa oportunidade para o fazer.
Este festival terá lugar em Londres na Royal Geographical Society, um espaço muito bonito para contemplar os magníficos trabalhos de muitos dos convidados. Este ano a estrela maior é David Doubilet.
Estejam atentos ao site.
Este festival terá lugar em Londres na Royal Geographical Society, um espaço muito bonito para contemplar os magníficos trabalhos de muitos dos convidados. Este ano a estrela maior é David Doubilet.
Estejam atentos ao site.
segunda-feira, 14 de junho de 2010
Pitões das Junias III

Pitões das Junias é um daqueles locais que me encanta. Ficava aqui sem stress um mês.
A natureza, pura, bruta e selvagem tem aqui todo se seu esplendor. Se os animais são muitos e variados, alguns deles quase únicos em todo o pais, a paisagem natural é enorme. Os blocos de granito gigantescos com dezenas de metros de altura, por vezes escondem-se no nevoeiro matinal. No Inverno vestem-se de branco repletos de neve. Neste momento são ornamentados com mantos de flores, urze, queiró, carqueja, entre muitas outras flores que desconheço o nome.
As aves de rapina de médio porte pairam pelo planalto de Mourela. Os passariformes tratam das suas crias, caçando milhares de insectos que proliferam pelos matos rasteiros.
Apesar de estar em Junho faz frio ao final do dia, em algumas ocasiões a temperatura não chega aos 10ºC
Em Pitões das Junias e arredores não há multibanco, a rede de telemovel é fraca e só mesmo perto da aldeia se consegue fazer uma chamada em condições, tudo o resto é silencio.
Quando perguntava a um vaqueiro pelas cabras selvagens de Pitões, este respondia-me de cajado em riste, que viviam nos arredores do maciço da Fonte Fria. Mas com sorte poderia vê-las bem mais perto, no Vidoeiro, ou nas Grilheiras.
Falamos de vários animais selvagens...
"Viu os cavalos? Os garranos?"... respondi-lhe surpreendido - Não! ainda não vi disso por aqui! onde param?
"Sabe uma coisa? a agricultura aqui está a acabar e as vacas também irão acabar! isto vai ficar tudo para os cavalos selvagens. Perto da Fraga da Moura ou à esquerda ou à direita, andam por lá!".
Durante esta conversa aprendi muito sobre este local "mágico". Os caminhos, os ritmos dos animais, a meteorologia especifica de Pitões das Junias, como circulam as cabras selvagens, entre outros detalhes.
Na próxima vez que voltar a este local do Parque Nacional Peneda Geres, terei de vir em boa condição física, pois quero caminhar horas e horas por estes montes e vales. Se necessário, dias a caminhar...
Um dia de caminhada não é complicado de efectuar, o mais difícil é manter a forma durante uma semana, caminhar kms e kms durante dias seguidos, sem "rebentar", sem perder a concentração fotográfica.
... Vou arrumar a tralha e partir para Sul! espero em breve ter na frente da minha objectiva uns bonitos rolieiros das planícies alentejanas!
quarta-feira, 9 de junho de 2010
Pitões das Junias II

Melro das rochas - Fêmea
Hoje o dia foi novamente agreste. Horas e horas a chover, nevoeiro, nem um raio de Sol... frio.
No meteo.pt, a seguir ao almoço o céu iria ficar com melhor "cara"!
Numa mini pausa de chuva, por volta do meio-dia, lá fui encosta acima para dentro do abrigo, que montei em frente ao ninho dos melros da rocha. A minha ideia era que o tempo ficasse francamente melhor a meio da tarde... e após umas chuvas iniciais "a coisa" ficasse de feição!
O pior é que após 3 horas de espera no esconderijo a chuva não parou!
Com o vento a rondar para Norte, a chuva começou a molhar a lente frontal da objectiva. No abrigo escorria água por todos os lados. Apesar de tudo, estava confortável e a musica do MP3 animava o coração!
Os melros, continuavam atarefados com as crias.
A chuva só lhes atrapalhava um pouco o dia a dia.
Por volta das 15:30h descia novamente a encosta com o material fotográfico.
O tempo está tão foleiro que não dá mesmo para grande trabalho fotográfico.
Resta-me ver filmes e esperar por melhor tempo...
terça-feira, 8 de junho de 2010
Pitões das Junias

Mais a Norte, desta vez em Pitões das Junias.
Eu mais o João Cosme chegamos com o bom tempo, mas hoje terça-feira o cenário é muito agreste. Muita chuva, nevoeiro, 10ºC e vento, que embora venha de Sul, é bem frio.
Como descobrimos um ninho de melro da rocha, hoje a jornada foi passada dentro do esconderijo. O ninho encontra-se debaixo de uma urze, e incrivelmente não lhe chega um pingo de água. Os pais, passaram o dia a levar comida, essencialmente lagartas, para as cinco crias penugentas.
Por vezes o macho surgia totalmente ensopado... a fêmea embora também muito molhada não revelava tamanho banho como o seu companheiro.
Ao fim de seis horas de abrigo, também nós começamos a ficar enregelados.
Com mais chuva e sem sol, tudo se iria repetir nas próximas horas, aves molhadas, e poucas possibilidades de melhorar o que já tinhamos feito até ao momento.
Regressamos à base na aldeia de Pitões da Junias.
sexta-feira, 4 de junho de 2010
Há ou não coincidências?

Vibora cornuda a terminar a refeição... uma lagartixa.
Mais um dia de trabalho na Serra do Caramulo com o João Cosme.
Ao final da jornada e já no regresso a Vouzela, na "estrada das cobras" vinhamos a comentar que nunca tinhamos encontrado uma cobra a comer uma presa.
Tenho amigos que me dizem que não há coincidências, outros são de opinião contraria. O que é certo é que nem um minuto depois de termos iniciado essa conversa, passamos com o carro por cima de qualquer coisa muito pequena que se assemelhava a uma cobra. O JC pára o carro e a pé vamos ver o que tinhamos no meio do alcatrão. À primeira vista e ao longe, parecia-nos uma cobra-meridional. Já em cima do bicho confirmamos que se tratava de uma víbora com cerca de 20cm. Quando a "serpente" se mexe... Até me "saltaram os olhos"... O réptil estava a comer uma lagartixa. Se existem coincidências ou não, não consigo responder... mas como este episódio não me recordo de nenhum com tanta "proximidade", entre o desejo e a realidade instantes depois.
Foi sem dúvida um encontro invulgar e que nos permitiu captar imagens diferentes.
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