Ontem apanhei o meu par de cópias do bonito livro que resultou da viagem à ilha do Príncipe pelo Grupo do Risco. São quase 300 páginas de ilustrações e fotografias de uma ilha paradisíaca e suas comunidades.
Após duas semanas naquele território africano, os resultados visuais são de grande qualidade e o livro é bem representativo da inspiração de todos nós ( Pedro Salgado + João Catarino + Marco Correia + Pedro Mendes + José Paula + Luis Quinta).
Foi um prazer participar nesta viagem e contribuir com este testemunho para esta ilha Reserva da Biosfera da UNESCO.
- Para já, o livro não está à venda nos circuitos tradicionais -
Em breve será impressa outra edição e no momento certo darei as coordenadas para a aquisição desta obra.
quinta-feira, 2 de fevereiro de 2017
quarta-feira, 1 de fevereiro de 2017
Super Festival :: Cinclus Fest 2017
Foi um prazer estar no VII Cinclus - Festival de Imagem de Natureza de Vouzela a partilhar várias paixões... a fotografia e o mundo natural.
Obrigado a todos os que estiveram presentes, os que me ajudaram a produzir muito do meu trabalho e muitos, que embora não tenham estado em Vouzela, ou no campo comigo, me incentivam com os seus comentários, sugestões e criticas.
Agradecer ainda a todos os que tiveram presentes e deram o seu contributo, em cima do palco, ou fora dele, para que a fotografia de natureza evolua e o mundo natural veja cada vez mais acarinhado.
Obrigado a todos os que estiveram presentes, os que me ajudaram a produzir muito do meu trabalho e muitos, que embora não tenham estado em Vouzela, ou no campo comigo, me incentivam com os seus comentários, sugestões e criticas.
Agradecer ainda a todos os que tiveram presentes e deram o seu contributo, em cima do palco, ou fora dele, para que a fotografia de natureza evolua e o mundo natural veja cada vez mais acarinhado.
segunda-feira, 23 de janeiro de 2017
Quase de partida...
Quase de partida para Vouzela para o grande encontro de imagem de natureza em Portugal... o 7º Cinclus Fest (28 e 29 Janeiro).
Este ano farei duas apresentações... "O mar da minha terra" e "Vagabundos do oceano". Duas palestras sobre o mar, o que fica em frente à minha casa... e outro, mais distante, em águas dos Açores.
São duas apresentações inéditas, com muitas imagens nunca divulgadas.
Histórias de vida, em ambientes fantásticos, de criaturas incríveis.
Este ano farei duas apresentações... "O mar da minha terra" e "Vagabundos do oceano". Duas palestras sobre o mar, o que fica em frente à minha casa... e outro, mais distante, em águas dos Açores.
São duas apresentações inéditas, com muitas imagens nunca divulgadas.
Histórias de vida, em ambientes fantásticos, de criaturas incríveis.
sexta-feira, 13 de janeiro de 2017
Frio e maré cheia!
Ontem, com a conjugação da maré cheia e um vento frio, duas a três rolas do mar deixaram-se ficar pelo topo de um dos esporões da Costa da Caparica.
A sua tolerancia foi enorme, pois consegui aproximar-me de uma das criaturas cerca de 1,5m.
Com a câmara OM E - M1 Mark II e a objectiva M Zuiko digital ED 300mm f/4 IS PRO (que equivale a uma 600mm em formato 35mm... com distancia mínima de foco 1,4m) permitiu captar esta imagem do detalhe das penas do dorso e cabeça.
Neste cenário, muito apreciado por algumas aves marinhas, é pena que os pescadores lúdicos não levem o lixo que produzem... todos os pontões estão tipicamente cheios de lixo destas personagens, já para não falar dos fios de nylon que ficam presos nas rochas e complicam a vida a muita fauna marinha...
Só em casa a analisar as imagens reparei que uma das rolas tinha um fio de pesca enrolado numa pata.
A sua tolerancia foi enorme, pois consegui aproximar-me de uma das criaturas cerca de 1,5m.
Com a câmara OM E - M1 Mark II e a objectiva M Zuiko digital ED 300mm f/4 IS PRO (que equivale a uma 600mm em formato 35mm... com distancia mínima de foco 1,4m) permitiu captar esta imagem do detalhe das penas do dorso e cabeça.
Neste cenário, muito apreciado por algumas aves marinhas, é pena que os pescadores lúdicos não levem o lixo que produzem... todos os pontões estão tipicamente cheios de lixo destas personagens, já para não falar dos fios de nylon que ficam presos nas rochas e complicam a vida a muita fauna marinha...
Só em casa a analisar as imagens reparei que uma das rolas tinha um fio de pesca enrolado numa pata.
sábado, 7 de janeiro de 2017
Imagens com sentido...
Gosto de ver arte urbana.
Gosto especialmente de ver desenhos em paredes que tenham ligação ao local, localidade, ou tradições da região.
Mais do que letras bonitas, cores bem conjugadas, ou imagens bem executadas, gosto de contemplar silhuetas, formas ou histórias que me conectem com o lugar onde estou.
Em Sesimbra e arredores existem algumas paredes com belos seres marinhos que hipoteticamente circulam no mar que faz fronteira com a vila piscatória.
Observando ao pormenor, há muitos detalhes mal proporcionados, fora do sítio, ou mesmo para lá do possível. No entanto o conjunto... a imagem da criatura marinha, funciona! Remete-nos para o mar que temos em frente, para um mundo desconhecido e com muito por investigar. Para um território sem fronteiras e fonte de mitos e mistérios infinitos.
Gosto de ver esta arte urbana.
Gosto especialmente de ver desenhos em paredes que tenham ligação ao local, localidade, ou tradições da região.
Mais do que letras bonitas, cores bem conjugadas, ou imagens bem executadas, gosto de contemplar silhuetas, formas ou histórias que me conectem com o lugar onde estou.
Em Sesimbra e arredores existem algumas paredes com belos seres marinhos que hipoteticamente circulam no mar que faz fronteira com a vila piscatória.
Observando ao pormenor, há muitos detalhes mal proporcionados, fora do sítio, ou mesmo para lá do possível. No entanto o conjunto... a imagem da criatura marinha, funciona! Remete-nos para o mar que temos em frente, para um mundo desconhecido e com muito por investigar. Para um território sem fronteiras e fonte de mitos e mistérios infinitos.
Gosto de ver esta arte urbana.
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| Cachalote em tamanho real... Centro da Vila de Sesimbra |
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| Lagostim... Hotel do Mar - Sesimbra |
segunda-feira, 2 de janeiro de 2017
Não é só paisagem...
A poucas semanas do maior evento de partilha, divulgação e mostra de imagem de natureza em Portugal :: Cinclus - Festival de Imagem de Natureza de Vouzela (27 a 29 Janeiro), faço um balanço do que foi o recente ano de 2016 nesta temática.
Principalmente pelo norte, os encontros sobre a imagem de natureza, vão marcando posição, aumentando audiências, vincando tendências e afinando a organização.
Ovar, Vouzela, Manteigas e Vila Real, são algumas das localidades mais sonantes neste domínio, pois recebem eventos há uns bons anos.
É surpreendente como do rio Sado para sul não existem eventos com expressão significativa que abordem a temática da imagem de natureza (pelo menos eu não conheço nenhum).
Até hoje nunca realizei uma palestra, ou uma exposição sobre o mundo natural a sul do Sado.
Há muito e valioso património no sul de Portugal. Há muitos fotógrafos residentes que trabalham a temática da natureza e muitos outros caçadores de imagens, do norte e centro, que percorrem as terras do sul do país.
No entanto promover a partilha, conversar sobre a imagem, as técnicas, ou mesmo os imensos valores naturais das regiões mais meridionais, parece ser uma miragem.
Não encontro explicação para tal ausência de actividades, pois existem associações, municípios e pessoas singulares que reconhecem o valor do património natural que possuem à porta de casa.
Principalmente pelo norte, os encontros sobre a imagem de natureza, vão marcando posição, aumentando audiências, vincando tendências e afinando a organização.
Ovar, Vouzela, Manteigas e Vila Real, são algumas das localidades mais sonantes neste domínio, pois recebem eventos há uns bons anos.
É surpreendente como do rio Sado para sul não existem eventos com expressão significativa que abordem a temática da imagem de natureza (pelo menos eu não conheço nenhum).
Até hoje nunca realizei uma palestra, ou uma exposição sobre o mundo natural a sul do Sado.
Há muito e valioso património no sul de Portugal. Há muitos fotógrafos residentes que trabalham a temática da natureza e muitos outros caçadores de imagens, do norte e centro, que percorrem as terras do sul do país.
No entanto promover a partilha, conversar sobre a imagem, as técnicas, ou mesmo os imensos valores naturais das regiões mais meridionais, parece ser uma miragem.
Não encontro explicação para tal ausência de actividades, pois existem associações, municípios e pessoas singulares que reconhecem o valor do património natural que possuem à porta de casa.
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| Gaivotas no Cabo Sardão - Costa Alentejana |
quinta-feira, 22 de dezembro de 2016
Rever e fotografar de novo...
Após uma deslocação a Vila Real de Trás-os-Montes para participar no 4º Encontro de Fotografia e Cinegrafia de Natureza de Vila Real, fui revisitar o Parque Natural do Alvão.
Apesar de conhecer bem o território, a cada estação, a cada dia... a luz, as nuvens, a água modelam a paisagem de forma singular.
As fisgas do Ermelo podem apresentar várias configurações, quer pelo caudal do rio Olo, quer pela cor da vegetação, ou da luz solar.
Desta vez o cenário esteve quase perfeito para a imagem que tenho idealizada na minha cabeça. Diria que está a 90% do que pretendo.
O apoio incondicional do António Lagoa (Lagoa Trekking), é uma motivação extra para voltar vezes sem conta a esta cascata. Pois não só nos guia pelo melhores trilhos, como nos presenteia sempre com uma bebida quente no meio de territórios frios.
Se quer conhecer o Alvão e arredores, sem dúvida que este guia local será uma mais valia para um passeio por estas magnificas paisagens.
Na manhã fresca e procurando uma perspectiva em falta no meu arquivo, montei o tripé junto à primeira grande lagoa, após o primeiro grande desnível.
Apesar de conhecer bem o território, a cada estação, a cada dia... a luz, as nuvens, a água modelam a paisagem de forma singular.
As fisgas do Ermelo podem apresentar várias configurações, quer pelo caudal do rio Olo, quer pela cor da vegetação, ou da luz solar.
Desta vez o cenário esteve quase perfeito para a imagem que tenho idealizada na minha cabeça. Diria que está a 90% do que pretendo.
O apoio incondicional do António Lagoa (Lagoa Trekking), é uma motivação extra para voltar vezes sem conta a esta cascata. Pois não só nos guia pelo melhores trilhos, como nos presenteia sempre com uma bebida quente no meio de territórios frios.
Se quer conhecer o Alvão e arredores, sem dúvida que este guia local será uma mais valia para um passeio por estas magnificas paisagens.
Na manhã fresca e procurando uma perspectiva em falta no meu arquivo, montei o tripé junto à primeira grande lagoa, após o primeiro grande desnível.
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| A imagem produzida aqui |
terça-feira, 13 de dezembro de 2016
Concluir uma história...
Ao longo de anos tenho percorridos vários oceanos e vivido inúmeras histórias que li em livros. Muitas situações foram quase como reviver pessoalmente leituras assimiladas há uns bons anos.
Já perdi a conta as vezes que li "O velho e o mar" de Ernest Hemingway.
Em várias páginas descreve o mar aberto como ninguém ... as cores, os cheiros, o ambiente marinho e naturalmente os seus habitantes.
Em várias viagens às Bahamas, Açores, Canárias, Madeira e Brasil contemplei com os meus sentidos muitas das linhas escritas pelo prémio Nobel da literatura, essencialmente o ambiente marinho, o cenário onde a narrativa se desenrola.
Mas para percepcionar todo o livro do princípio ao fim, faltava-me o lado humano da pesca, da fibra e garra dos pescadores e os utensílios simples e rudimentares! faltava conhecer os sujeitos que não habitavam no mar.
Andei perto de ver uma pesca muito artesanal, ancestral, quer em Moçambique, quer em Cabo Verde, mas mesmo nestes locais faltava algo que não completava a minha leitura da obra. Havia detalhes modernos que me afastavam da poesia da escrita de Hemingway.
Este ano numa viagem a S. Tomé e Principe, comecei a vislumbrar os detalhes que me fugiam da narrativa da bela história do pescador Santiago.
Na praia de Ribeiro Afonso em S.Tomé tudo é genuíno, a aldeia de pescadores com as suas casas, as canoas, os materiais rudimentares de pesca, ou mesmo os peixes que são apanhadas, condizem em muito com a prosa do escritor.
Não estava perante um cenário para turista sonhar, ou para "vender suvenires", o que via e fotografava era verdadeiro e actual.
Quando caminhei pela areia da praia e vi as primeiras canoas com as pagaias, os mastros, os cabos e velas, senti que ia recuar no tempo e testemunhar uma maneira muito antiga de pescar.
Suspeito que o material mais moderno que estes pescadores equatoriais possuem a bordo são as linhas de nylon.
Na ilha do Principe aprofundei mais o contacto com os pescadores e todo o seu processo de faina e preparação do pescado!
Desde a construção das canoas, aos métodos de pesca, os peixes/espécies capturados, tudo batia certo e me "concluía" de forma inesquecível a história de "O velho e o mar" escrita em 1951.
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| Ao final da manhã na praia de Ribeiro Afonso :: S.Tomé |
sábado, 10 de dezembro de 2016
Ideias a circular...
Este território de gigantes sempre me cativou desde muito cedo. Na minha juventude, ali mergulhava, caminhava e sonhava com o vasto oceano cheio de fantasias e segredos.
Hoje, com mais meios técnicos, equipamentos, conhecimentos e apoio de diferentes pessoas, patrulho este local com um outro olhar. Desde a orla marítima até ao ambiente pelágico a várias milhas da costa tenho registado, observado e aprendido imenso sobre os animais que por ali circulam regularmente.
Desde tempos remotos da era dos dinossauros gigantes, aos grandes peixes e mamíferos marinhos nossos contemporâneos tenho captado em imagens fixas (fotos) e animadas (video) muitos desses registos.
Neste momento estou a editar uma colecção de imagens que em breve partilharei sobre este local emblemático da costa portuguesa, o bonito Cabo Espichel.
Hoje, com mais meios técnicos, equipamentos, conhecimentos e apoio de diferentes pessoas, patrulho este local com um outro olhar. Desde a orla marítima até ao ambiente pelágico a várias milhas da costa tenho registado, observado e aprendido imenso sobre os animais que por ali circulam regularmente.
Desde tempos remotos da era dos dinossauros gigantes, aos grandes peixes e mamíferos marinhos nossos contemporâneos tenho captado em imagens fixas (fotos) e animadas (video) muitos desses registos.
Neste momento estou a editar uma colecção de imagens que em breve partilharei sobre este local emblemático da costa portuguesa, o bonito Cabo Espichel.
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| Cabo Espichel ao final da tarde |
terça-feira, 6 de dezembro de 2016
Inspirador...
E um video promocional de uma empresa, mas sem dúvida bem filmado, bem editado e com um resultado final inspirador. Quem anda no mar gosta sempre de ver estas imagens, naturalmente que com qualidade o impacto é sempre maior. Link do video Aqui
domingo, 4 de dezembro de 2016
Rochas que nos contam histórias
Recentemente a preparar uma conferência para o Museu Nacional de História Natural e da Ciência - Lisboa - "Rochas que nos contam histórias" fui revisitar algumas pastas de arquivo há muito remetidas para o fundo do disco externo.
As rochas, cheias de cor, formas, padrões e grafismos sempre foram sujeitos fotográficos que me cativaram. Muitas formações rochosas, além de bonitas, ainda tem a particularidade de nos contarem incríveis histórias da evolução do planeta Terra.
No meu arquivo tenho centenas de imagens de norte a sul de Portugal, como por exemplo dos vales da serra de Montesinho, às imponentes falésias da costa vicentina. Algumas paredes de rocha fazem-me lembrar pinturas, outras esculturas contemporâneas.
Muitas dessas pedras já estão contaminadas com fungos, likens, algas, ou mesmo minúsculos organismos moveis.
Há cores e formas para todos os gostos, mas naturalmente há algumas que me satisfazem mais pelo conjunto.
No final da pesquisa tinha uma colecção imagens bem maior do que imaginava. A tal ponto de estar a preparar uma apresentação mais vasta só sobre este tema... Rochas.
Penso que, a par com os comportamentos animais, as rochas/geologia/paisagem podem ser o resultado fotográfico que mais espanto criam no espectador, que mais facilmente nos fazem soltar um Wow!
As rochas, cheias de cor, formas, padrões e grafismos sempre foram sujeitos fotográficos que me cativaram. Muitas formações rochosas, além de bonitas, ainda tem a particularidade de nos contarem incríveis histórias da evolução do planeta Terra.
No meu arquivo tenho centenas de imagens de norte a sul de Portugal, como por exemplo dos vales da serra de Montesinho, às imponentes falésias da costa vicentina. Algumas paredes de rocha fazem-me lembrar pinturas, outras esculturas contemporâneas.
Muitas dessas pedras já estão contaminadas com fungos, likens, algas, ou mesmo minúsculos organismos moveis.
Há cores e formas para todos os gostos, mas naturalmente há algumas que me satisfazem mais pelo conjunto.
No final da pesquisa tinha uma colecção imagens bem maior do que imaginava. A tal ponto de estar a preparar uma apresentação mais vasta só sobre este tema... Rochas.
Penso que, a par com os comportamentos animais, as rochas/geologia/paisagem podem ser o resultado fotográfico que mais espanto criam no espectador, que mais facilmente nos fazem soltar um Wow!
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| Parede rochosa na costa vicentina |
quarta-feira, 30 de novembro de 2016
Dezembro 2016 :: NGM - PT
terça-feira, 29 de novembro de 2016
Para mais tarde recordar...
Este é um dos muitos desenhos que fará parte do novo livro do Grupo do Risco onde tenho o prazer de participar como autor.
Integrei a equipa do GdR que viajou até à ilha do Príncipe em Junho deste ano. Na mochila levei essencialmente equipamento de fotografia, no entanto os materiais de desenho nunca ficam em casa! se tiver tempo e inspiração também rabisco e pinto umas folhas.
O novo livro sobre esta viagem está em impressão e em breve darei mais noticias sobre esta obra.
Nesta publicação com mais de 200 páginas, entre muitos e belíssimos desenhos de Pedro Mendes, Pedro Salgado, Marco Correia e João Catarino, serão impressas muitas imagens da minha autoria e do José Paula.
Integrei a equipa do GdR que viajou até à ilha do Príncipe em Junho deste ano. Na mochila levei essencialmente equipamento de fotografia, no entanto os materiais de desenho nunca ficam em casa! se tiver tempo e inspiração também rabisco e pinto umas folhas.
O novo livro sobre esta viagem está em impressão e em breve darei mais noticias sobre esta obra.
Nesta publicação com mais de 200 páginas, entre muitos e belíssimos desenhos de Pedro Mendes, Pedro Salgado, Marco Correia e João Catarino, serão impressas muitas imagens da minha autoria e do José Paula.
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| Carapau pescado ao final da tarde na praia Abade :: Ilha do Príncipe |
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